quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Recado.
Vestidos, florzinhas, fivelas e laços. Rosa, verde, amarelo, laranja, lilás, adoro lilás. Azul também. Bichinho, boneca, triciclo, carrinho. Por quê não? Xixi, cocô, fralda, algodão. Balé, natação, capoeira, futebol e até bolinha de gude. Violão, tambor, lápis de cor, livro e tinta a dedo. Bernardo, Clarice, Pedro, João, Maria, Lua, Clarinha, Raul, Chiquinho, Luiz Henrique, todos os primos, amigos e pretendentes, avisem em casa e preparem-se: Anabel vem com a mochila cheia.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Com que roupa?
Mudei de novo as cores do blog. Inspirada na paleta do vestido que escolhi pra virar o ano, que têm ligação direta com os meus maiores desejos para 2010. Fundo branco, porque paz, sem querer rimar, mas já fazendo, nunca é demais. Sem ela, o resto perde muito valor. Aí vem o verde, que a saúde é muito prioridade no meu estado prenhal. Pra mim e pra Bentabel. E pra Chaps também, claro. Por fim, o rosa, que virou uma mania desde que usei uma calcinha dessa cor justo no reveillon que o barbudo me pediu em casamento. Já tive também meus momentos de garantir o amarelo e a bufunfa no ano vindouro. Mas, em 2010, o que eu quero mesmo vai estar estampado em mim, assim como o paratiemdobro.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
50% Bento. 50% Anabel.
Gabriel, Miguel, Rafael, Emanuel, tudo que é nome terminado em 'el', como bem sabem as esotéricas e espiritualizadas, são usados para os anjos. Por isso, do auge das 14 semanas de gestação, após duas ultras e nenhuma resposta oficial, apresento à sociedade Bentabel. O serzinho que habita o meu útero ainda não tem gênero definido e vai virar o ano discretamente, sem expor sua sexualidade precocemente.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Toda a magia, ternura e delicadeza da gestação.
A grávida nunca tem motivo concreto pra ficar impaciente, nem sentir raiva. É tudo culpa dos hormônios. Você pode bagunçar seus horários, desfazer tudo o que ela fez, pisar no pé, cuspir na cara. Se ela se irritar, é porque está sensível demais nesse momento tão especial. Também não entendam mal, a prenha pode e deve levar sua vida como de costume: matar centoeciquentamiljobspordia sem sair de cima, correr enlouquecidamente na hora do almoço pra resolver assuntos pessoais e trabalhar até umas nove da noite, mais ou menos. Mas só até às 21h mesmo. Até porque, depois disso, a bateria de toda e qualquer buchuda apaga sem dó nem piedade, eliminando qualquer possibilidade de curtir um seriadozinho na cama com o pai da criança. É tudo culpa dos hormônios.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Acordei com Nelson Gonçalves no ouvido.
18 de novembro, tradicionalmente, dia de comemoração. Como não é final de semana, em vez de uma farra regada a muitas grades de cerveja, amigos e violão, um jantar com a família. Com direito a buffet de frios, salaminho, azeitona e queijo prima donna no prato, pra acompanhar o chopp ou uísque. Com a tensão de tomar ou não um gole logo depois do brinde. Com um jeito trêmulo e meio errado pra abrir os presentes. Com os olhos acompanhando os netos, que não param quietos. E especialmente este ano, com um sorriso no rosto, pela chegada de um novo neto. Não vai haver aquela mesa e a saudade dele faz chorar, sim. Mas as lembranças são sempre alegres e a felicidade de ter tido um pai incrível, infinita.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Epidemia.
Não sei se foi uma conjunção astral, uma chuva diferente ou um vírus ultrassupermeganovo, mas o fato é que Recife foi tomada por uma onda de mulheres prenhas. Sério mesmo. Fora a que vos fala e mais três amigas só dentro do mesmo ambiente de trabalho, consigo contar umas 15 futuras mamães, entre amigas, conhecidas, esposas e até clientes. É bucho a valer. Arrisco até a aconselhar aqueles que têm uma graninha guardada e estão a fim de investir num negócio: apostem no universo infantil. Porque a partir de 2010, pirraia vai ser bóia pelas bandas de cá.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Pretéritos
Tomei menos cerveja do que previa, mas os dez dias de viagem deram pra fazer uma média decente. Fiquei mais em frente a um computador do que imaginava, mas foi pra espalhar a boa notícia.
Visitei as pessoas que queria, mas ainda fiquei em falta com algumas outras.
Todos os verbos no passado, porque, agora, a brincadeira está encerrada e à labuta regresso.
Visitei as pessoas que queria, mas ainda fiquei em falta com algumas outras.
Todos os verbos no passado, porque, agora, a brincadeira está encerrada e à labuta regresso.
sábado, 24 de outubro de 2009
Aguardando o manual.
A viagem foi massa. Charlação, farrinhas e cervejas mil em São Paulo. Beberagem, torresmo, pão de queijo e tudo o que a cozinha mineira possibilita. Foi bem dizer uma despedida, como a do filme, em Las Vegas. Porque agora, quatro dias depois do retorno, descobri que o resguardo vai ser longo. Pelo menos um ano pela frente. Ainda preciso confirmar detalhes de tempo, semanas, meses, dietas, podes e não-podes, mas o fato é que vem um Ivaninho ou uma Chapzinha por aí.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Planejamento.
Amigos, biritas e compras em São Paulo.
Passeios, comidas e bebidas em Minas.
Praia com a irmã, com direito a guiamum na volta.
Brincar com sobrinhos e afilhado.
Organizar planos e formatar projetos.
Mesa de bar com a comadre e quem mais topar.
Comprar e ajeitar coisinhas da casa.
Fazer comidinhas gostosas pra o marido.
Ver Sessão da Tarde.
Tomar um chopp às 4h da tarde.
Rezar pra os 20 dias renderem uns 2 meses.
Ai, cansei.
Passeios, comidas e bebidas em Minas.
Praia com a irmã, com direito a guiamum na volta.
Brincar com sobrinhos e afilhado.
Organizar planos e formatar projetos.
Mesa de bar com a comadre e quem mais topar.
Comprar e ajeitar coisinhas da casa.
Fazer comidinhas gostosas pra o marido.
Ver Sessão da Tarde.
Tomar um chopp às 4h da tarde.
Rezar pra os 20 dias renderem uns 2 meses.
Ai, cansei.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Love Forever.
Hoje, logo cedo, fiz uma coisa que nunca havia feito antes, já que meu pai, pela conveniência de trabalhar no recinto, sempre comprou minhas lentes de contato. Chegar lá fez a ficha cair. Esperar ser atendida foi o suficiente pra perceber, mais uma vez, a importância dele, inclusive naquele gesto tão pequeno. Explicar porque o meu cadastro estava tão desatualizado, falando quem ele era, deu um nó na garganta. Tão grande que foi até difícil agradecer o desconto que ganhei por ser sua filha. Saí de lá engolindo o choro. De quem visualizava, em cada canto, o sorriso dele quando me recebia em seu ambiente de trabalho. Tem dia que a saudade bate forte mesmo e falar de momentos como esse é inevitável. É que algumas lembranças viram tatuagens na memória.
Assinar:
Postagens (Atom)